terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Alfredo Menezes de Mattos, o Carioca!



Olá, moçada!


Já faz um bom tempo que não escrevo nada sobre automobilismo. Na verdade, não trabalho mais com assessoria de imprensa, então não há mais motivo para que eu escreva profissionalmente. Mas, sempre existe uma ocasião especial ou uma circunstância que faça com que a vontade de escrever reapareça. 

Desta vez, foi o reencontro com um amigo da minha adolescência, dos anos que passei em Niterói. Sou paulistano,mas meu pai era nascido no Estado do Rio, em São Fidélis. Ele sempre quis ficar perto da sua família, então resolveu mudar para Niterói. Eu saí ganhando, porque tinha dez anos na época e fomos morar numa linda casa, muito perto da praia de São Francisco, que é um lindo lugar.

Lá arrumei vários amigos, curti muito a praia e também pude fazer o que realmente adorava, que era dirigir. Na época a fiscalização não era tão intensa e o transito muito menor, e eu podia pilotar à vontade.
Alfredo Mattos e Ingo Hoffmann, no começo de carreira!
                                                                 
                                                               
Vitória de Alfredo Mattos em Curitiba
Eu e os meus amigos, Nelson Policarpo, Roberto Tacão e Alfredo Mattos sempre estávamos guiando os carros de nossos pais. (nem sempre com a autorização e o conhecimento deles). Esse último não era muito próximo, ele era um pouco invocado, muito grande, mas gente boa. Ele certamente não se lembra, mas cheguei a guiar sua Vemaguete e trocar umas ideias sobre pilotagem. Eu literalmente só pensava em automóveis!
                                                                   

O tempo passou, a adolescência terminou, nós voltamos para São Paulo e eu continuei louco por carros e por automobilismo. 
Frequentava regularmente o Autódromo de Interlagos, era um verdadeiro “rato de pista” e tinha vários amigos pilotos, Ingo Hoffmann, Ney Faustini, Plinio Giosa, Jozil Garcia, Julio Caio, Di Loreto e etc, todos da equipe do Giba. Eu nesse tempo não era piloto, era apenas aficionado fanático!

Os nossos pilotos do Giba, começaram a falar de um piloto estreante, que estava incomodando bastante, era um tal de Carioca, piloto da Autozoom, equipe fortíssima na época, liderada pelo grande Alfredo Guaraná! O Guaraná era o inimigo número um dos meus amigos pilotos. Era o concorrente direto e mais aguerrido!

O Carioca já chegou andando na frente, com um Fusca laranja igual ao do Guaraná, disse a que veio. Veio para vencer! Me lembro que venceu na geral uma prova em Curitiba, na frente de carros duas vezes mais potentes, como os poderosos Opalas. Era um estreante cabeludo, invocado e vencedor!

Eu não sabia quem era esse tal de Carioca, nos boxes de Interlagos nem chegava perto da Autozoom para olhar a cara dos pilotos. Nós amigos e pilotos do Giba, não olhávamos para o pessoal da Autozoom, por um misto de respeito e antipatia! Até que um belo dia pude ver que aquele estreante que acelerava muito, o Carioca, era o meu amigo Alfredo, irmão do Maninho e do Flavio, de São Francisco! Agora 10 anos mais velho maior e mais compenetrado e se tornando um piloto famoso e respeitado. Não me lembro de ter falado com ele em Interlagos.
                                                                                  
                                                                                         O super bravo fusca da Autozoom
                                                                    

O tempo passou, o Alfredo Menezes de Mattos continuou acelerando muito e fez seu nome na Divisão 3. Todos os grande pilotos da época ficaram surpresos com a rapidez com que ele se projetou e venceu corridas, numa categoria tão difícil e competitiva. É só pensar no nome de Ingo Hoffmann, ex formula Um e doze vezes campeão de Stock Car, para se entender o nível da Divisão 3! Até hoje o Alfredo Mattos é lembrado pelos admiradores da categoria e do forte automobilismo dos anos 70!

                     
 Divisão 3 do Carioca 





Alguns anos depois, em 1979, eu estava participando como piloto, numa prova da Stock Car no Autódromo do Rio de Janeiro, quando fui visitado por um cara grandão, boa pinta, que eu não reconheci, que na verdade era o Alfredo Mattos, meu amigo de adolescência que tinha ido me cumprimentar! Fiquei muito feliz e nunca mais me esqueci desse encontro.

Stock Car Rio  Paulo Valiengo





Graças ao Facebook, 35 anos depois, pude reencontrar meu amigo e ex-grande piloto Alfredo Menezes de Mattos, o Carioca, e matar a saudade da nossa velha amizade, que já dura mais de 50 anos!

                                          











Eu, Julio Barbero e Ingo Hoffmann




Nos vimos pouquíssimas vezes, mas sempre estivemos ligados pela mesma paixão, o automobilismo. Parece que os nossos caminhos se cruzaram para sempre, porque alguns anos depois, eu corri com o Ingo e com o Guaraná, seus grandes adversários e companheiros de disputa nas pistas.





Largada das Mil Milhas - Eu, Guaraná e Aldo Pugliese.
(Giba em pé na porta)


                                                              
Alfredo Mattos
Nunca me esqueci dos meus amigos de Niterói, e sinceramente foi um tempo muito bom. Fiz este texto para homenagear o meu amigo Alfredo Mattos, e, para selar definitivamente nossa longa amizade. Qualquer hora dessas, vou visitá-lo e colocar nossa conversa sobre corridas em dia! Desejo a todos um Feliz 2015. É isso aí. Até a próxima.

domingo, 6 de julho de 2014

Saída para o Rastro da Serpente





Saída de Curitiba para São Paulo


sábado, 24 de maio de 2014



                                Triumph Daytona 955i, com suporte de placa Rizoma


                                 


                      

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Passeio na Estrada dos Romeiros


Sequência  muito legal de fotos, clicadas pelo amigo Jose Carlos Cattel, na Estrada dos Romeiros, no passeio do dia 05/04!






quinta-feira, 13 de março de 2014



Paulo Valiengo - Indo trabalhar com a a nova barba!




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014



Triumph Daytona 955i Black Brasil






domingo, 15 de dezembro de 2013

Encontro no sábado, com o Nelson e os amigos, na nova loja Triumph-Autostar.




A minha Triumph Daytona 955i, esperando para voltar para a estrada!


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Triumph Daytona 955i



quarta-feira, 15 de maio de 2013



quinta-feira, 25 de abril de 2013

Triumph Daytona 955i na Estrada dos Romeiros

terça-feira, 9 de abril de 2013

Triumph Daytona 955i

Espero ter a mesma sorte com essa Triumph Daytona 955i, que eu tive com a Firebolt!




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

domingo, 2 de dezembro de 2012

Rolê Solo Buell 01/12/12







quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Entrevista coletiva de Rubens Barrichello, Tony Kanaan e Raphael Matos nesta quinta-feira





Será no Autódromo de Brasília às 16h30, depois dos treinos que os três farão antes da participação na etapa da Copa Caixa Stock Car, a ser disputada no domingo no anel externo da pista. Por favor, confirmem participação pelo email imprensa@vicarbrasil.com.br


Brasília (DF) - Os pilotos Rubens Barrichello, Tony Kanaan e Raphael Matos convidam a imprensa para participar de entrevista coletiva nesta quinta-feira (dia 8 de novembro), às 16h30 no Autódromo de Brasília. A conversa com os jornalistas acontecerá somente depois que os pilotos convidados fizerem o treino-extra para disputar a Copa Caixa Stock Car. Barrichello já disputou a prova de Curitiba, mas nunca andou no traçado externo de Brasília. Tony e Raphael terão o primeiro contato com o carro da mais importante categoria do automobilismo nacional.

ENTREVISTA COLETIVA
DIA - 8 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA)
HORA - 16H30
LOCAL - AUTÓDROMO DE BRASÍLIA

A Copa Caixa de Stock Car tem organização e realização da Vicar Promoções Desportivas, com supervisão da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). A Caixa é um dos patrocinadores oficiais da principal categoria do automobilismo, dando nome ao campeonato, que ainda tem o patrocínio da Goodyear, além do copatrocínio de Shell V-Power Etanol, Bosch, Mobil Super, Pioneer e o apoio da Itaipava e Transzero. As montadoras são Chevrolet e Peugeot.

Mais informações no site: www.stockcar.com.br

Departamento de Comunicação da Vicar:
Milton Alves (Mtb 16583/SP) / (11) 98335.4781
E-mail: imprensa@vicarbrasil.com.br

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Mito Paulão Gomes




(matéria publicada no Jornal Super Auto em 23/02/07)

Republicada a pedidos


Olá moçada.
Depois que fiz o curso de pilotagem do Expedito Marazzi e obtive minha licença de piloto de competição, já no ano seguinte, em abril de 1978, no Autódromo Internacional de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, fiz minha estréia no automobilismo. O campeonato que existia na época chamava-se Torneio Rio São Paulo de Turismo, com as categorias, classe “A”, até 1 300 cilindradas, classe “B“, até 1 600, e classe ”C“, até 5 000cc. A classe ”A“ era dominada pelos Fiat 147; a ”B“ pelos Passat TS e a ”C“ pelos Opala 4 100. Foi nessa última que corri. Já disse em outra matéria, que o Zeca Giaffone e o Raul Boesel estrearam junto comigo, no mesmo dia e na mesma categoria.

O que não disse, é que eu estava no box, junto com meu grande mestre e companheiro de equipe, Luiz Pereira Bueno, o “peroba”, um dos maiores pilotos da história do automobilismo brasileiro, e, após o 1º treino, cansado por causa do calor, fui refrescar o rosto no banheiro que ficava nos fundos do box. Nisso ouvi alguém entrar, cumprimentar o Luizinho e perguntar quem era o “carinha que ia guiar o outro carro da equipe”. Quando ouvi o comentário pejorativo, (na verdade não foi carinha o que ele disse), voltei imediatamente para o box e dei de cara com um sujeito grandalhão, barbudo, mal encarado e de macacão de piloto. Ele que não sabia que eu estava ouvindo, ficou meio sem jeito e me cumprimentou, mal respondi, mas tremi por dentro.

Era o Paulão Gomes, o “rei da pista”. Claro que eu conhecia o Paulão, mas de longe, como aficionado, não como futuro “colega” de pista. O meu começo no automobilismo, foi muito difícil, nunca tinha andado de kart e também não tinha recursos para preparar um carro. Tentei estrear muitos anos antes, em 1970, mas não deu certo, e, um outro dia eu conto a história. Então, depois de 8 anos tentando participar e no fim conseguindo logo no primeiro dia, vem o Paulão me amedrontar! Mesmo assim fiz minha estréia, larguei em último dos 32 carros por não ter classificado e depois de 2 rodadas, ainda consegui chegar em 15º. Como tinha esperado muito para conseguir correr, queria fazer tudo de uma vez, para recuperar o tempo perdido.

Depois de 4 ou 5 corridas, inventei que queria correr fora do Brasil, que já estava pronto para correr no automobilismo internacional e fui atrás de realizar o meu sonho. Arrumei o patrocinador, os parceiros Guaraná e o Marinho Amaral, e a equipe francesa Team Gacchia, com Porsche 935, para disputar às 24 horas de Le Mans na França. Faltava “apenas” a carteira de piloto internacional. Aí é que foi o grande problema. Eu não sabia que para obter a licença internacional, precisava pelo menos ter disputado um campeonato brasileiro completo, obtendo 2 colocações entre os 6 primeiros colocados.

Eu que tinha feito apenas 5 corridas, logicamente que não poderia receber a licença. Fiquei muito frustrado, mas como já estava tudo acertado e não dava para voltar para trás, tinha que colocar alguém no meu lugar. Na mesma hora pensei num piloto que desse conta do recado, e que ao contrário de mim, já tivesse experiência internacional, pensei no “rei da pista”. Tinha que ser o Paulão! Entrei em contato com ele, contei o que tinha acontecido, ele não relutou, imediatamente aceitou e então fomos todos para a Europa. Resultado: o time brasileiro terminou a corrida em 7º lugar na geral e em 2º na categoria.

Foi um sucesso absoluto. Depois disso, ficamos grandes amigos, corri de Opala junto com ele e até hoje temos uma sincera amizade. Quando chamei o Paulão não foi à toa, ele já era um piloto consagrado. Já tinha guiado e vencido com todos os mais fortes carros de corridas, inclusive com o Ford GT 40, um potentíssimo protótipo V8. Já tinha corrido na Europa de Formula 3 e sempre foi um piloto muito respeitado. Continuou competindo e vencendo, ganhou 4 campeonatos de Stock Car.

Mas o interessante, é que depois de tantos anos, na verdade 27 anos, o Paulão continua com a mesma garra e perseverança. Foi o que eu vi na última edição das Mil Milhas. Fui para Interlagos, cobrir a prova para o jornal SuperAuto, e acabei ficando no box do Paulão. No primeiro treino com o Corvette, embora nunca tivesse guiado aquele carro, o Paulão ficou apenas a 0,7 décimos de segundo do piloto oficial da equipe, o holandês Mike Hezemans. O Mike é um piloto jovem, rápido, e muito experiente, além disso só em 2005 venceu 2 corridas do Campeonato de Fia GT, na China e na Itália, a bordo da mesma Corvette. No segundo dia de treino, o Paulão, embora não coubesse direito dentro do carro, por que o Mike é um piloto de baixa-estatura, ele já conseguia virar o mesmo tempo do Mike.

A surpresa da equipe foi tão grande, que pediram para o Paulão dar a largada em virtude de sua experiência e conhecimento da pista. Não deu outra. O Paulão guiou como nunca, ultrapassou o Aston Martin vencedor da prova, e o protótipo ZF que tinha feito a pole position. Foi mais de uma hora, de pura alegria e satisfação, admirando o Paulão disputar metro a metro com os outros carros mais potentes e brilhantemente vencer a disputa. Só foi para o box, para a troca de piloto, quando já estava na 1ª posição. A Corvette ficou em 1º até a metade da prova, e só perdeu a posição quando apresentou um defeito. Fez a 2ª melhor volta da prova.

Se o carro não desse pane, o Paulão teria vencido a corrida pela segunda vez. Foi assim com GT 40, BMW, Mercedes DTM, Porsche, Corvette, Maserati, Maverick V8, Opala 4100, Fórmula 3, Super Vê, Stock Car, enfim, com qualquer carro de corrida, o Paulão sempre deixou a sua marca. Tanto é verdade, que foi convidado pelo Mike para disputar junto com ele o Campeonato Mundial de FIA GT de 2006! O Paulo Gomes é um verdadeiro mito! É isso aí. Até a próxima.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Fantástica vitória dos pilotos Luciano Ribodino na Moto 1000 GP e Lucas Barros na GP Light, ambos da equipe comandada pelo experiente Alexandre Barros.



Lucas Barros de apenas 16, seguindo os passos do pai, Alexandre Barros. Venceu na categoria 1000 GP Light




O argentino Luciano Ribodino vencedor no Distrito Federal na categoria 1000GP





domingo, 8 de abril de 2012

"Os Quatro Cavaleiros de Ulysses", na viagem ao Fim do Mundo!


DOMINGO, 8 DE ABRIL DE 2012


Dia 23 – Curitiba/PR – SP: 410 KM

Objetivo do dia hoje para mim é “home” e para o Dudu e Bosco, Três Corações mais 302 KM adicionais e a 600 KM
de Belo Horizonte!

Iniciamos a nossa motokada diária as 08h30min pela BR116 e logo que saímos da zona urbanizada, começamos 
com curvas de alta e com pista dupla o que para nós que rodamos 8.000 KMs de retas em estradas estrangeiras
é um prazer e começamos com ponderação sem arriscar, mas em nosso ritmo diário, aproveitando a estrada 
tranquila devido ao feriado e por ser um final de semana.

Enquanto pilotamos nossas motokas, olhamos para o céu e no alto da serra vejo que há nuvens com indício 
de chuvas, mas nada de chuva e à medida que começamos a nossa descida  já percebemos o mormaço 
fazendo nos lembrar do frio que passamos no sul da Argentina.
Na estrada, cada um pilotando sua motoka curtindo a paisagem e a estrada, lembramos que estamos no 
fim de nossa jornada próximos de nossas respectivas casas, querendo voltar logo para casa, abraçar 
demoradamente minha amada para matar a saudade depois de 23 dias na estrada.

“Converso” com minha morena, apelido da minha Ulysses, na estrada: 
- Falta pouco morena, mais um pouco e já estamos em casa! 
Após umas duas horas de motokada, paramos no posto para um pit stop rápido e retornamos para a estrada e 
logo após passarmos por um pedágio, do outro lado da pista, aparecem “quatro malacabados” , amigos do 
BuellBR, acenando como loucos para que nós os enxergássemos, paramos no acostamento para esperarmos 
a nossos amigos que nós vieram recepcionar e escoltar por São Paulo.

Era o Carlos Siqueira, Du Hertel, Magoo e o Waldir! Saudamos, abraçamos, tiramos fotos, conversamos 
rapidamente e decidimos nosso próximo pit stop com direito a um almoço mesmo. :)



Enfim o nosso primeiro almoço na estrada e curiosamente, para matar a nossa saudade com direito a: 
arroz, feijão, bife, salada, sucos, etc... tudo que todo brasileiro está acostumado no dia a dia e que sentimos 
falta nestes últimos 22 dias.






Colocamos alguns detalhes de nossa aventura em dia e almoçamos pausadamente, mas sem demorar muito, 
pois o Dudu e o Bosco ainda tinham uma pernada adicional pela frente.
Lá nos despedimos e agradecemos tanto ao bonde que veio nos recepcionar e escoltar e entre nós: eu, Bosco 
e o Dudu, pois nos despediríamos na Marginal Tietê, eu seguindo para minha casa e o Bosco e Dudu escoltados
 até a Rod. Fernão Dias rumo a Três Corações faltando apenas 296 KM no domingo para chegarem em suas
 respectivas casas e familiares.















Em casa, na garagem, enquanto tiro o capacete e as luvas, deixo o motor ligado para ecoar o som do VTwin e 
pausadamente a morena diminuir a temperatura e o retomar o folego para depois desligá-la.
Abraço-a carinhosamente e agradeço-a pelo feito que realizamos juntos nestes 23 dias e 11.530 KMs percorridos.

Aos malacabados do BuellBR: Carlos Siqueira, Du Hertel, Magoo e Waldir! Muito Obrigado pela recepção, 
escolta e do nosso saudoso primeiro almoço na estrada! Show de Bola!


Paulo Valiengo, obrigado pela atenção e pela tentativa de nos recepcionar! Sua energia e de todos os amigos, 
familiares e leitores foram importantes para que nos, os quatro cavaleiros de Ulysses, concluíssemos nossa 
jornada!





Obrigado a todos pelos votos neste período, que nos alimentaram durante a viagem e nos ajudaram a retomar o 
folego para recuperar as energias para prosseguir a viagem!
Estou concluindo o texto e vejo que os dois mineirins já chegaram em suas respectivas casas.
Bosco, Dudu e Sueden! Valeu show de companheirismo durante estes 22 dias sem palavras para descrever a 
alegria de termos cumprido juntos esta aventura de percorrermos Argentina,  Brasil, Chile e Uruguai juntos com 
estas 4 motos fantásticas!

Dudu! Eu, Bosco e Sueden não temos palavras para agradecer sua liderança como ponteiro e navegador, 
impondo o ritmo nestes 11.530 KMs, sua energia e disposição para “puxar” foram sensacionais para cumprirmos 
com o nosso objetivo e chegarmos em casa com o objetivo alcançado e cumprido! V A L E U!
By Ito
Fotos: Ito e Waldir